quinta-feira, 28 de maio de 2026

Editorial: Muito mais que futebol: Reflexão necessária!

Uma Copa do Mundo com verdadeira   característica de um evento mundial, não  apenas pela sua abrangência territorial - reunindo  seleções  de 48 países, número jamais atingido anteriormente -, e o modal das disputas que ocorrerão em três países do Continente americano, o que também é inédito na história desses jogos. Todavia, há outros itens que estão fora dos 110  x 75 metros estimados de um campo de futebol, mas que podem influenciar, decisivamente, no espírito da competição e isso pode ser visualizado em outro campo: o  geopolítico.

O Planeta vive mais um ciclo de guerras e doenças, com profundo agravamento da fome, apesar do crescimento da produção mundial de  alimentos. As mudanças climáticas, a veloz robotização e a expressa utilização da Inteligência Artificial, propõem mudanças que não são de fácil assimilação por grande parte da população notadamente pela rapidez como elas se processam. E tudo isso acontece longe do tempo do futebol ‘romântico’,  quando a preocupação do atleta - que não ganhava salários bilionários -,era mostrar técnica e habilidade no gramado e a do torcedor vibrar, rir, chorar, se emocionar com o espetáculo.

Assim, a exemplo de uma eleição politica, que ocorre de quatro em quatro anos, o brasileiro  está as portas da Copa do Mundo, cheio de dúvidas em relação à seleção, formada por atletas nossos,  mas  alguns praticamente desconhecidos já que atuam no exterior e dirigidos por um  técnico estrangeiro.  O insucesso dos ‘canarinhos’ que há bom tempo não conseguem cantar com maestria, preocupa grande parte da população. Mesmo assim ela ainda se mobiliza decora ruas, pinta paredes, grava  músicas, promove eventos e veste a camisa amarela, externando uma confiança, nem sempre verdadeira, mas necessária como prova de patriotismo. Para os que gostam do futebol - aqui e alhures -, e independente de tudo, é manter a contagem regressiva, esperando a bola rolar em clima de paz, respeito e segurança, sem o que não há razão para o esporte!

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Ichu ganha Arena Renatão

Coluna Zadir Marques Porto 

O futebol na cidade de Ichu, região do sisal,  deve voltar a mobilizar a comunidade a partir do dia 29 deste mês com a reinauguração   do Estádio  Renato  Mascarenhas Cedraz, ex-prefeito local já falecido. O antigo estádio construído em uma área de topografia irregular, totalmente modernizado pelo Governo do Estado, contando agora com gramado sintético, vestiários para atletas e arbitragem, cabines para emissoras de rádio e TV, além de moderna iluminação para jogos noturnos.

O Campeonato Municipal e a participação em Copas regionais projetaram o futebol lchuense, em especial nas décadas de 1980/1990 quando existia o São José F.C. do jornalista Pedro Oliveira. Incentivador do esporte ele promoveu jogos no antigo estádio, que possibilitaram ao público ver em ação jogadores como Roberto Rebouças, Rau, Baiaco, Sivaldo, dentre outros. Ele também promoveu homenagem ao árbitro da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Djaime Nabor Sampaio, na época aposentando-se da atividade.

Com as obras implementadas pelo Governo do Estado que incluíram a modernização das arquibancadas, do alambrado e das duas entradas, além da implantação da sala de imprensa, a Arena Renatão, com já está sendo chamado o estádio ichuense, deverá ter significativa importância na vida da comunidade, uma vez que além do futebol poderá ser local para a realização de shows  artísticos e outras programações que necessitem de um espaço compatível.

Zadir Marques Porto é jornalista e radialista. 

Coleção histórica de um feirense

Coluna Zadir Marques Porto   Ele foi até um bom lateral pela direita no time juvenil que era treinado por Gilson Porto, no bairro Sobradinho...