quarta-feira, 17 de julho de 2024

Exclusivo: A vergonha está instalada no futebol brasileiro!

Coluna Ronaldo Gomlevsky

Se um dos discos voadores de outra galáxia aterrisasse no Brasil, certamente, o E.T. piloto, aficionado por futebol iria procurar por Tostão, Rivelino, Clodoaldo, Gérson Canhotinha de Ouro, Jairzinho, Félix, Carlos Alberto Torres, Britto, Piazza, Paulo César Caju, Edu, Everaldo e sem qualquer sombra de dúvidas, o nosso rei do futebol, PELÉ.

Acontece que nem o E.T. recém-chegado e muito menos qualquer brasileiro, teria condições de assistir os craques de meio século passado. Até aí, natural. O tempo passa!

O pior vem agora: o país do futebol não tem mais a categoria que apresentava, sempre, em competições do velho esporte bretão, para mostrar a ninguém.

Técnico sofrível, atletas milionários no exterior, batendo cabeça com cabeça em qualquer competição em que se apresentem, amor pela bola igual a zero e competência, ainda muito pior.

Somos o país que tem cinco Copas do Mundo vencidas e não conseguimos mais fazer com 4 patas, o que nossos craques vitoriosos, realizavam até de olhos fechados, com apenas um pé!

A vergonha está instalada no futebol brasileiro, a começar pelo pé rapado e capiau presidente da CBF que ninguém conhece e que nada tem de positivo para apresentar!

A verdade é que nós, amantes do futebol brasileiro, estamos sendo traídos e, nas próximas competições, vamos sofrer e nos envergonhar muitíssimo.

Enquanto isso, na Europa, na Inglaterra e no Oriente, nossos ex-craques esbanjam dólares, euros e dinares, deixando para trás a idéia de que futebol, nós no Brasil sabemos jogar.

Isso é passado.

Hoje, somos o ex- país do futebol!

Se Garrincha ainda vivesse, gritaria para o planeta: VIRAMOS TODOS JOÕES!

Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

terça-feira, 16 de julho de 2024

Exclusivo: Mais importante até que a Copa do Mundo

Coluna Zadir Marques Porto

Mais importante até que a Copa do Mundo, que apesar da sua notoriedade limita-se a um só esporte: o futebol, a Olimpíada tem a característica única de reunir em um país, de quatro em quatro anos, em determinado período, uma vasta gama de esportes que tem sido ampliada nos últimos tempos, com o surgimento de novas modalidades de acordo com a evolução da espécie humana em todos os campos de atividade.

Dentro de poucos dias bandeiras de muitas nações estarão tremulando em Paris enquanto as emoções estarão em alta em, praticamente, todo o planeta, até mesmo naqueles países  que não estarão representados na França,  porque  as disputas esportivas conseguem granjear atenção generalizada.  O Comitê  Olímpico Internacional (COI) tem a magnânima responsabilidade de organizar e gerir o evento observando absoluta igualdade entre os competidores, independente de raça ou nacionalidade, política inquebrantável que é colocada em prática desde 1896 quando os jogos foram revividos simbolicamente, em Atenas, graças ao francês  Pierre de Coubertin, responsável pela renovação do evento surgido em 776 a.C. nas proximidades do Olimpo, na Grécia.

Este ano essa responsabilidade do COI é ainda maior não apenas pelo expressivo número de comitivas e visitantes  que estarão reunidas na Cidade Luz, como pela preocupação com ameaças de atos terroristas que, infelizmente,  circundam o cenário. Em relação à presença do Brasil, as expectativas são as mais positivas possíveis diante dos bons resultados obtidos nos últimos anos em competições internacionais. O Brasil já pode ser considerado um país de tradição olímpica uma vez que desde 1920  tem estado presente ao evento. No início com pouco apoio das autoridades governamentais, o que foi se modificando com o passar dos anos.

Hoje, nosso país é forte em diversas modalidades e tem retornado sempre com a glória de trazer significativas medalhas. Voltando ao tempo, vale recordar que no distante 1920, Guilherme Paraense, trouxe  a primeira medalha de ouro em prova de revólver. Em 1952 Adhemar Ferreira da Silva fez o mundo se curvar diante da marca alcançada no salto tríplice, isso em Helsinki (Finlândia). Em 1956, em Melbourne (Austrália), ele repetiu a façanha trazendo nova medalha de ouro olímpica. Hoje, o cenário é bem diferente, já disputamos em igualdade de condições com muitas nações, principalmente pela dedicação de jovens atletas que têm sabido defender com ardor a nossa bandeira! 

Zadir Marques Porto é jornalista e radialista. 

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Exclusivo: Parece que os dias de glória da Canarinho, voaram e não voltarão!

Coluna Ronaldo Gomlevsky

Brasil 1 X 1 Colômbia

A Seleção Brasileira se classifica em segundo lugar do grupo D, em Santa Clara (EUA) e a Colombiana em primeiro.

Sábado o Brasil encara o Uruguai e a Colômbia, o Panamá.

A Copa América vai se encorpando, ganhando já a fase eliminatória e, por enquanto, fora a goleada contra o Paraguai, ainda não mostrou o futebol brasileiro que já há mais de 80 anos, encanta o mundo.

A Colômbia apresentou James Rodríguez que foi o craque do jogo, criando no meio de campo, aparecendo na defesa e no ataque e fazendo jogadas que só mesmo um craque, do quilate dele, consegue.

No Brasil não destaco jogador algum. A Seleção Brasileira teve menos posse de bola, quase perdeu e nada de novo apresentou. A Colômbia,  com belíssima posse de bola, quase vence o Brasil.

O primeiro lugar no grupo fica então com os colombianos, que apresentaram força física e capacidade de jogo.

O Brasil não consegue sair da mesmice e ousar para vencer.

Parece que os dias de glória da Canarinho, voaram e não voltarão!

Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

domingo, 30 de junho de 2024

Exclusivo: Olimpíadas de Paris 2024

Coluna Ronaldo Gomlevsky

Neste Julho, terá início a mais importante competição esportiva do planeta que exibirá disputas entre atletas que se digladiam por títulos em esportes terrestres e maritimos.

Os jogos olímpicos modernos foram criados pelo nobre  francês, Pierre de Fredy. Fredy era historiador e professor e, também, conhecido pelo título nobiliárquico que ostentava, pelo nome de Barão de Coubertin.

Os primeiros jogos olímpicos da era moderna, ocorreram em 1896, na Grécia, em Atenas, claramente, em homenagem aos atletas gregos da antiguidade que cultivavam as disputas esportivas e o cuidado com o físico corporal.

A última edição desta competição ocorreu em Londres em 2018 e este episódio atual, acontecerá na França, país de nascimento do criador da competição.

O mundo está diante de guerras no Leste Europeu, entre Rússia e Ucrânia e no Oriente Médio onde o clima a cada dia se torna mais pesado, entre o Irã que usa o Hamas e o Hezbollah, o primeiro, terrorista bestial partindo de Gaza e o segundo, com conotações políticas e militares, exercendo sua sanha, no Líbano, país completamente dominado, tudo isso, contra o Estado de Israel.

A pergunta que não quer calar e que tem uma resposta que ninguém garante e que vale um milhão de dólares, é: quem dará segurança aos atletas ucranianos e israelenses, numa Paris dominada por muçulmanos radicais que transformaram a capital cultural do mundo, numa lixeira humana na qual ninguém se sente seguro?

Bem, política à parte, teremos competições sensacionais em diversos esportes, notadamente, Basquete, Vôlei, Futebol, Remo, Canoagem, Atletismo variado, Boxe, Lutas em geral, Hipísmo, Natação e tantos outros.

O Brasil sempre se apresenta com equipes recheadas de atletas que permitem vibração aos torcedores nacionais, ainda que não tenha, até a presente data, conseguido se colocar, no quadro geral de vitórias e medalhas, entre os primeiros países vitoriosos.

Por outro lado, não podemos nos esquecer de atletas nacionais tais quais Adhemar Ferreira da Silva, Rodrigo Pessoa  entre outros dos esportes coletivos, que conseguiram demonstrar a qualidade do atleta brasileiro, alcançando medalhas de ouro e honrando o país nos campos, quadras, pistas, piscinas, rios e lagos.

Chegou a hora de torcer por vitórias e rezar pela saúde de nossos craques!

Avante, Brasil!

Vamos em direção aos pódios.

Boa sorte a todos. Atletas, dirigentes, técnicos e torcedores!

Que DEUS Proteja nossa delegação!

Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

sábado, 29 de junho de 2024

Exclusivo: Escolha difícil!

Coluna Zadir Marques Porto

Até hoje a torcida do Fluminense de Feira diverge sobre aquele que teria sido o melhor técnico do tricolor ao longo dos seus 70 anos de futebol profissional. Evidente que essa é uma escolha difícil, que implica muitas coisas, notadamente: o elenco, as condições de trabalho, a gestão administrativa, resultados e até mesmo a simpatia do treinador. Mas, além de tudo isso, há outro detalhe significativo: a época. Isso porque em 70 anos, coisa natural, muitos torcedores  faleceram e outros mais jovens não conheceram nem viram o trabalho de vários desses profissionais.

De qualquer modo não se pode olvidar nomes como Durval Cunha, o primeiro da era profissional, iniciada em 1954, Pedrinho Rodrigues “o homem do cachimbo”,  Sotero Garrido Monteiro, Pinguela, Enaldo Rodrigues, Orlando Peçanha, Aymoré Moreira, Nivaldo Santana,  Joacy Alencar, Evaristo de Macedo (que começou a carreira no Flu) ,Paulo Emílio e Joubert Meira pela contribuição que deram com o seu trabalho profissional  ao tricolor.

Todavia, é indispensável listar alguns nomes que se tornaram verdadeiras legendas na  história do clube das três cores: Gerado Pereira, Antônio Conceição e Valter Miraglia são três desses.. O mineiro Geraldo Pereira chegou ao tricolor no final de carreira como zagueiro em 1956/57 depois de atuar no futebol pernambucano e carioca. Aqui se radicou e foi técnico do clube até o final dos seus dias, sempre que isso era necessário, inclusive começou a armar o time campeão de 1969 com Miraglia.

Antônio Conceição, soteropolitano, que havia treinado times da capital como Ypiranga e Botafogo,  chegou a Feira de Santana com extrema simplicidade, reuniu o time de aspirantes bicampeão invicto da Bahia (1960/1961), agregou três reforços, o experiente meia Ary, ex-Botafogo carioca e os atacantes Dagoberto (gaúcho) e Iroldo (cearense), do time de aspirantes do Botafogo e trouxe para Feira o titulo  de Campeão Baiano de 1963.

Em 1969, o carioca Walter Miraglia contratado pelo presidente tricolor Alberto Oliveira, encontrou o Flu em formação sob o comando de Geraldo Pereira. Com o seu prestigio dentro do Flamengo Miraglia foi ao Rio de Janeiro e trouxe quase um time inteiro do elenco aspirante do Rubro-Negro Campeão Carioca. Em 1969 o Fluminense colocava, pela segunda vez, a  faixa de Campeão Baiano. 

Zadir Marques Porto é jornalista e radialista. 

terça-feira, 25 de junho de 2024

Exclusivo: Que tristeza!

Coluna Ronaldo Gomlevsky

O Brasil de Dorival Júnior iniciou a competição com um mísero empate.

Atacando a Costa Rica desde o primeiro minuto da partida, não foi capaz de marcar um gol válido.

Atuou 90 minutos no campo do adversário, tocando bolas de primeira e errando sempre na conclusão das jogadas, empatou um jogo cuja bola raramente saiu dos pés dos atletas brasileiros que massacraram o adversário com dezenas de ataques e chutes imprecisos a gol.

Vini Júnior, Rodrygo, Rafinha e os companheiros, não conseguiram furar o bloqueio costa-riquenho que se plantou na defesa com 11 jogadores.

Um empate sem gols marcou a estreia do Brasil nesta edição 2024 da competição americana, mostrando ao mundo que o país do futebol, hoje, não é mais aquele que entrava em campo com a garantia de vitória.

Empatar com a Costa Rica passou a ser um grande resultado.

Que tristeza!

Sem mais comentários!

Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

"Minha neta, de apenas nove anos, enxergou o caos que é a Seleção Brasileira", afirma Cronista Esportivo

Coluna Zadir Marques Porto   Na final, sem a esperada e desejada presença da representação verde-amarela que, mais uma vez, foi um terrível ...